Final do Campeonato Municipal de Futebol Amador termina em W.O. e Forte conquista o heptacampeonato

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A grande final do Campeonato Municipal de Futebol Amador de Inhuma, programada para este domingo, 30 de novembro, entre as equipes do Forte e do Fênix, terminou de forma atípica, sendo decidida por W.O., garantindo o título ao time do Forte, que conquistou o heptacampeonato da competição.

O campeonato teve início no dia 17 de agosto e foi disputado ao longo de pouco mais de 3 meses, reunindo equipes da sede e da zona rural do município. A definição da data da final gerou divergências entre as equipes e a comissão organizadora. Segundo a organização, quatro datas foram disponibilizadas para que houvesse conciliação entre os clubes. Após contratempos e tentativas de novo agendamento, a comissão decidiu manter a partida para o dia 30 de novembro, conforme estabelece o regimento do campeonato.

Na tarde de domingo, no Estádio Municipal de Inhuma, a equipe do Forte compareceu ao campo no horário previsto, às 16h. Após o tempo regulamentar de tolerância de 15 minutos, a equipe do Fênix não entrou em campo. A arbitragem autorizou a cobrança simbólica, realizada pelo atleta Alisson do Forte, e, em seguida, foi decretado o W.O. por desistência do adversário, conforme prevê o regulamento.

Apesar da organização preparada, com venda de alimentos, presença de artistas locais e estrutura no estádio, o público foi considerado abaixo do esperado, reflexo do cenário atípico envolvendo a final. A solenidade de encerramento contou com a presença da equipe da Secretaria Municipal de Esporte e Juventude, incluindo o secretário Odilon Cardoso, além do vice-prefeito Aluízio Gonçalves.

Na premiação, o Forte foi proclamado campeão municipal e o Fênix ficou com o vice. O prêmio de melhor goleiro foi entregue a José Carlos, do Forte. O artilheiro da competição foi Kaique, do Fênix. A melhor comissão técnica ficou com a equipe do Forte.

Após o encerramento oficial, representantes das duas equipes e da organização se manifestaram.

Alisson, integrante da comissão técnica do Forte, declarou:

“Primeiramente, agradecer a Deus por mais um final. Infelizmente, não foi do jeito que a gente queria, né? Que era fazer um jogo bonito, bem jogado, que é dos grandes equipes da nossa cidade. Mas, infelizmente, não aconteceu assim previsto, né? O nosso time adversário, alegou que não podia jogar hoje. A gente tentou entrar em acordo para mudar a data. Não sei o porquê não mudaram essa data. A gente não tem nada a ver. Fizendo o nosso papel, tinha que vir aqui. Então, a gente veio comemorar o título.”

Antônio José, também da comissão técnica do Forte, destacou:

“Primeiramente, agradecer a Deus por permitir que a gente esteja aqui mais uma vez, comemorando mais uma vez o título municipal, dessa vez o hepta. E aos nossos colaboradores, o nosso muito obrigado. Sem eles não seria possível. Na situação, que é um pouco atípica, a gente queria muito fazer essa final jogando, indo de campo, ganhando. O Fênix tem uma grande equipe. Infelizmente, por os acontecimentos que teve aí, não fizeram jogar a final. A nossa parte a gente cumpriu.”

Já Ruan Lucas, da comissão técnica do Fênix, afirmou:

“É uma situação muito atípica. A gente queria estar aqui duelando com o Forte nessa grande final mais uma vez. É uma grande ‘chacinha’ que a gente vem enfrentando nos últimos anos. Mas a organização do campeonato infelizmente falhou muito para a gente. Nunca houve algo tão repudiante como dessa vez. O nosso lamento é pelo esporte, não é só pelo resultado da equipe. Na verdade, é pelos nossos princípios.”

O secretário municipal de Esporte e Juventude, Odilon Cardoso, comentou:

“Temos muito a comemorar pelo sucesso que foi o desenrolar da competição. Evidentemente, não tinha como não lamentar que a final fosse desta forma. Devido à não presença de uma das equipes, tivemos que garantir a vitória. A equipe do Forte conquistou a sua sétima vitória. Lamentando, evidentemente. Para nós, estarmos aqui hoje realizando a final significa que a comissão e a organização estão cientes de que o que tem que ser feito precisa ser feito. Não vou aqui julgar o que os demais acham, cada um faz seu próprio caminho. Mas o fato é que, através da Prefeitura Municipal, na pessoa do Dr. Herbert Holanda, que não mediu esforços para apoiar este e outros eventos, procuramos dar as melhores condições para esta e demais competições. Fizemos o máximo para encontrar o melhor caminho possível para se chegar a um denominador comum. Infelizmente, algumas pessoas não se sentiram agradadas, e nós tivemos que fazer o nosso papel.”

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